Brazilian Journal of Otorhinolaryngology Brazilian Journal of Otorhinolaryngology
Braz J Otorhinolaryngol 2017;83:665-9 DOI: 10.1016/j.bjorlp.2017.05.026
Artigo original
Free Field Word recognition test in the presence of noise in normal hearing adults
Teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença de ruído em indivíduos adultos normo‐ouvintes
Gleide Viviani Maciel Almeidaa,, , Angela Ribasa, Jorge Callerosb
a Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Programa de Mestrado e Doutorado em Distúrbios da Comunicação, Curitiba, PR, Brasil
b Laboratório de Acústica e Equipamentos Audiológicos, Curitiba, PR, Brasil
Recebido 22 Abril 2016, Aceitaram 29 Agosto 2016
Resumo
Introdução

Em situações ideais de escuta, indivíduos com audição normal conseguem fazer e reconhecer a fala facilmente. Porém, na presença de ruído competitivo, é comum as pessoas sentirem dificuldades de compreensão, principalmente se tiverem perda auditiva.

Objetivo

Apresentar a validação do teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído em indivíduos adultos normo‐ouvintes.

Método

A amostra foi composta por 100 sujeitos hígidos, com audição normal e maiores de 18 anos. Depois da audiometria tonal foi aplicado teste de reconhecimento da fala, com monossílabos e dissílabos, em campo livre, com material padronizado, em três situações de escuta: condição ótima de audição (sem ruído), com ruído em relação de 0dB e com ruído em relação de −10dB. Para tanto, montou‐se um ambiente de teste em campo livre calibrado, no qual a fala foi apresentada ao indivíduo em teste com duas caixas acústicas a 45° e o ruído em uma terceira a 180°.

Resultados

Todos os participantes tiveram resultados de logoaudiometria em campo livre entre 88 e 100% nas três situações de escuta.

Conclusão

O teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído mostrou‐se de fácil organização e aplicação. Os resultados obtidos na validação do teste sugerem que indivíduos com audição normal devem acertar entre 88 e 100% dos estímulos apresentados. O teste pode configurar um instrumento importante na mensuração da interferência do ruído sobre as habilidades de percepção de fala.

Abstract
Introduction

In ideal listening situations, subjects with normal hearing can easily understand speech, as can many subjects who have a hearing loss.

Objective

To present the validation of the Word Recognition Test in a Free Field in the Presence of Noise in normal‐hearing adults.

Methods

Sample consisted of 100 healthy adults over 18 years of age with normal hearing. After pure tone audiometry, a speech recognition test was applied in free field condition with monosyllables and disyllables, with standardized material in three listening situations: optimal listening condition (no noise), with a signal to noise ratio of 0dB and a signal to noise ratio of −10dB. For these tests, an environment in calibrated free field was arranged where speech was presented to the subject being tested from two speakers located at 45°, and noise from a third speaker, located at 180°.

Results

All participants had speech audiometry results in the free field between 88% and 100% in the three listening situations.

Conclusion

Word Recognition Test in Free Field in the Presence of Noise proved to be easy to be organized and applied. The results of the test validation suggest that individuals with normal hearing should get between 88% and 100% of the stimuli correct. The test can be an important tool in measuring noise interference on the speech perception abilities.

Keywords
Auditory perception, Hearing tests, Noise, Hearing
Palavras‐chave
Percepção auditiva, Testes auditivos, Ruído, Audição
Introdução

Para que a compreensão da fala aconteça de maneira satisfatória, algumas tarefas auditivas são necessárias, como: atenção, análise, síntese, memória, dentre outras. Tais habilidades, quando associadas, promovem o reconhecimento auditivo, que significa extrair sentido daquilo que se escuta. Dessa forma, a compreensão da fala é uma atividade das mais complexas, que depende diretamente da audição periférica, do processamento auditivo central e da cognição.1

Em situações ideais de escuta, ou seja, ambientes confortáveis acusticamente, indivíduos com audição normal conseguem fazer o reconhecimento auditivo facilmente. Porém, quando o ambiente está degradado, em função de ruído competitivo ou de reverberação,2 é comum as pessoas sentirem dificuldades de compreensão.

Em indivíduos com perda auditiva e usuários de próteses (convencionais ou implantáveis) essa dificuldade aumenta.3,4

Testes de percepção de fala na presença de ruído têm sido desenvolvidos e usados no diagnóstico audiológico,5 na verificação do processamento auditivo central,1 na seleção e avaliação de rendimento de próteses auditivas,6 entre outros. A maioria dos testes disponíveis apresenta o sinal e a competição em fones supra‐aurais ou de inserção1 e uma minoria em campo livre.7 Alguns desses testes necessitam de aparato tecnológico que tem alto custo, o que pode inviabilizar seu uso na rotina fonoaudiológica.

Em função disso, foi idealizado um laboratório de audiologia de baixo custo e fácil instalação, composto por uma cabine tratada acusticamente e um sistema de campo livre acoplado a três caixas acústicas, para teste de reconhecimento de fala na presença do ruído.

O objetivo deste artigo foi apresentar a validação do teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído em indivíduos normo‐ouvintes.

Método

Estudo experimental, autocontrolado, com vistas a verificar a acurácia do teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética Institucional sob o protocolo 937.031/15.

Foram selecionados, aleatoriamente, 100 indivíduos que concordaram em participar do estudo. Todos receberam orientações sobre a pesquisa e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Foram incluídos indivíduos com mínimo de 18 anos até a data dos testes, normo‐ouvintes e sem queixas auditivas. Foram excluídos indivíduos com problemas de fala.

Para coleta de dados, foram usados uma cabine, um audiômetro de dois canais, um equipamento de campo livre convencional (para saída de estímulo de fala) e um equipamento auxiliar (para emissão de ruído).

Equipamento

O equipamento auxiliar para campo livre, apelidado de “terceiro canal”, foi desenvolvido especificamente para controlar e amplificar uma terceira fonte sonora usada como “sinal competitivo” dentro da cabine. Tem o circuito composto pelos seguintes blocos: pré‐amplificador de entrada; circuito de calibração com ajuste de ganho de 0–40 dB; atenuador linear de saída com passos de 5 dB e alcance total de 0–100 dB SPL; amplificador de potência digital classe T com 50 watts; microcontrolador marca Microchip, modelo PIC18F2550; display de duas linhas por 20 caracteres; e teclado.

O funcionamento do sistema permite a adequação da fonte sonora externa, que, neste projeto, foi um celular Samsung, com o aplicativo SG (Sound Generator); o aplicativo foi configurado para gerar ruído branco (de banda larga). O profissional pode calibrar o nível correto do sinal usado pelo “modo de calibração” do equipamento, visualizar o sinal no display e ajustar o “0 dB” no VU. Uma vez ajustado, o sinal pode ser apresentado na intensidade selecionada do atenuador por meio do botão de estímulo, que faz com que a apresentação desse ruído seja ligada ou desligada.

O ambiente do teste foi composto por duas caixas acústicas a 45° (direita e esquerda do avaliando) e o ruído em uma terceira, a 180° de onde provém o ruído competitivo (fig. 1).

Figura 1.
(0.06MB).

Posicionamento das caixas acústicas dentro da cabine. 1 – Caixa acústica a 45° esquerda; 2 – Caixa acústica a 45° direita; 3 – Caixa acústica a 180° com ruído.

O campo livre convencional usado é da marca Oto Sonic, modelo CL30‐V, sem número de série, calibrado em 17 de outubro de 2013, com certificado de n° 415‐2013F, conforme ISO8253‐3 e IEC645‐2:1993, e os padrões usados para calibração foram: medidor de pressão sonora Larson Davis, Mod. 824, n° série 824A2867 (Certificado n° 50.381/2013), calibrador sonoro Larson Davis, mod. CAL 250, n° série 4.128 (Certificado n° 50.378/2013), microfone Larson Davis, Mod. 2.575, n° série 1.698 (Certificado n° 50.379/2013).

O equipamento “terceiro canal” foi calibrado em 31 de julho de 2014, com certificado de número 425a‐2014‐F, conforme ISO8253‐3 e IEC645‐2:1993, e os padrões usados para calibração foram: medidor de nível sonoro Bruel & Kjaer, Mod. 2.250, n° série 3006245 (Certificado n° CBR1400264/2014), calibrador acústico Bruel & Kjaer, mod. 4.231, n° série 3007539 (Certificado n° CBR1400268/2014) e microfone Larson Davis, Mod. 2575, n° série 2119 (Certificado n° 60.381/2014).

Coleta de dados

Depois de preencher a ficha de identificação, todos os pesquisados fizeram audiometria tonal limiar para determinação dos limiares auditivos. Aqueles com audição dentro dos padrões de normalidade8 foram submetidos a teste de reconhecimento da fala, com material gravado e padronizado.9

O teste de reconhecimento foi aplicado em três situações:

  • 1.

    Listas de palavras monossílabas apresentadas sem ruído competitivo (controle);

  • 2.

    Listas de palavras monossílabas apresentadas em relação a sinal/ruído de 0 dB (estudo);

  • 3.

    Listas de palavras monossílabas apresentadas em relação a sinal/ruído de −10 dB (estudo).

As listas de palavras foram apresentadas em 40 dB NS, ou seja, 40 dB acima da média tritonal obtida previamente na audiometria tonal limiar. Na relação sinal/ruído de 0 dB, a fala e o ruído estavam na mesma intensidade e na relação sinal/ruído de −10 dB, o ruído estava 10 dB mais forte do que a fala, a fala foi apresentada no sistema de campo livre convencional (caixas a 45°) e o ruído competitivo foi apresentado no “terceiro canal” (a 180°).

Os dados foram anotados em protocolo de registro próprio e analisados estatisticamente. Foi usado o teste qui‐quadrado no nível de significância de 0,05.

Foram analisadas e comparadas as seguintes variáveis: resultados do teste sem ruído (controle) com resultados do teste com ruído na relação de 0 dB e −10 dB (estudo).

Na sequência, os sujeitos pesquisados foram divididos em dois grupos: G1 – pessoas com menos de 40 anos e G2 – pessoas com 40,1 anos ou mais e os dados foram comparados para verificar se os escores variavam com o aumento da idade.

Resultados

Foram avaliados, para fins deste estudo, 100 indivíduos normo‐ouvintes, 83 do gênero feminino e 17 do masculino. A idade mínima da amostra foi de 19 anos e a máxima de 64. A idade média foi de 34,1 anos, com um desvio padrão de 10,8.

Tendo em vista o desvio padrão encontrado, e para verificar se o fator idade interferia nos resultados da percepção auditiva, a amostra foi dividida em dois grupos: G1, formado por 72 indivíduos com menos de 40 anos; e G2, formado por 28 indivíduos com mais de 40,1 anos.

Todos os sujeitos da amostra obtiveram resultados de reconhecimento da fala em campo livre, nas três situações de escuta, entre 88 e 100% de acertos (tabela 1).

Tabela 1.

Estatísticas descritivas da percepção de fala sem ruído e com ruído competitivo

Condições  Média  Mediana  Mínimo  Máximo  Desvio padrão 
Sem ruído  100  99,96  100,00  96,00  100,00  0,40 
Com ruído 0 dB  100  98,28  100,00  92,00  100,00  2,22 
Com ruído – 10 dB  100  96,04  96,00  92,00  100,00  3,03 

O desempenho de percepção da fala obtida no teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído foi comparado entre os dois grupos (tabela 2). Não foi encontrada diferença estatisticamente significante.

Tabela 2.

Comparação entre as médias do G1 e G2

Variável  G1 menos de 40 anosG2 mais de 40,1 anosp 
  Média  Desvio padrão  Média  Desvio padrão   
Fala s/ruído  72  99,9  0,47  28  100,0  0,00  0,5356 
Fala c/ruído 0 dB  72  98,2  2,22  28  98,4  2,27  0,6787 
Fala c/ruído – 10 dB  72  96,3  3,10  28  95,4  2,82  0,2106 
Discussão

A capacidade de compreensão da fala na presença de ruído competitivo é objeto de estudo da audiologia,10 pois se trata de um importante fenômeno que interfere sobremaneira na qualidade de vida das pessoas, principalmente de usuários de próteses auditivas, seja convencionais ou implantáveis.11,12 Associado a essas pesquisas, o uso de material padronizado (gravado) tem sido estimulado13,14 para garantir a confiabilidade dos resultados; fato rigorosamente observado neste estudo.

Ao analisar a média de acertos dos pesquisados (tabela 1) no teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído aqui proposto, verificou‐se que não houve diferença significativa ao considerar as três variáveis (condições de escuta), os escores obtidos foram praticamente idênticos, variaram de 99,96–96,4%. Em indivíduos normo‐ouvintes, espera‐se entre 88 e 100% de acertos em provas de reconhecimento de fala em ambiente ótimo de escuta.9,13,15

Quando os pesquisados foram separados em dois subgrupos (tabela 2) com a finalidade de verificar a interferência do fator idade sobre o teste, observou‐se que as respostas também foram similares, não houve diferença significativa entre elas. A literatura consultada10,11,16,17 afirma que, com a idade, o processamento auditivo tende a ser dificultado em função de diversos fatores; porém, isso não foi objeto de estudo desta pesquisa.

Normalmente, o ruído de largo espectro tende a dificultar a tarefa de discriminação auditiva, pois a fala é composta por sons de diferentes frequências que variam continuamente de intensidade18 e essas características do som podem ser mascaradas pelo ruído, traduzir‐se em confusões perceptivas importantes.19 Em condições difíceis de ouvir, pode‐se gerar sobrecarga cognitiva, ocasionar prejuízos maiores para os interlocutores e uma capacidade linguística maior deverá ser usada para melhorar a percepção da fala, que está associada, ainda, ao aumento da carga de intensidade.20

A incidência do ruído, proposto pelo teste aqui descrito, aconteceu em um ângulo de 180°, pesquisa brasileira21 sobre limiares de reconhecimento da fala em indivíduos normo‐ouvintes na presença de ruído verificou que, em campo livre, os melhores limiares são obtidos com os ângulos de incidência de 0–90° e 0–270°, seguidos pela condição de 0–180° e, por último, 0–0°. Vale ressaltar que em ambientes da vida diária o ruído e a fala incidem sobre as pessoas de diferentes ângulos, porém um teste que reproduza essas condições não é viável na prática fonoaudiológica, pelo custo e tempo despendidos.

Vale ressaltar que estabelecer valores de referência obtidos em indivíduos audiologicamente normais para poder, então, dimensionar as dificuldades encontradas pelo indivíduo com queixa de distúrbio de audição é extremamente importante na clínica audiológica. Considerando‐se os achados relatados nesta pesquisa, pode‐se inferir como padrão de normalidade do teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído em indivíduos sem queixas auditivas, valores entre 90 e 100% e de acertos.

O teste aqui proposto configurou‐se como procedimento de baixo custo, de fácil instalação e manuseio e de resultados confiáveis e condizentes com a literatura consultada. Pode ser um instrumento valioso na investigação do processamento auditivo e na seleção e indicação de próteses auditivas, bem como na avaliação de desempenho de pacientes usuários de amplificação sonora e próteses implantáveis, e pesquisas com o teste em diferentes populações devem ser feitas.

Conclusão

O teste de reconhecimento de palavras em campo livre na presença do ruído mostrou‐se de fácil organização e aplicação. Os resultados obtidos na validação do teste sugerem que indivíduos com audição normal devem acertar entre 90 e 100% dos estímulos apresentados, mesmo na presença do ruído. O teste pode configurar‐se como instrumento importante na mensuração da interferência do ruído sobre as habilidades de percepção de fala em diferentes populações.

Conflitos de interesse

Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

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Como citar este artigo: Almeida GV, Ribas A, Calleros J. Free Field Word recognition test in the presence of noise in normal hearing adults. Braz J Otorhinolaryngol. 2017;83:665–9.

A revisão por pares é da responsabilidade da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico‐Facial.

Autor para correspondência. (Gleide Viviani Maciel Almeida fono.gleidevivi@gmail.com)
Copyright © 2016. Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Braz J Otorhinolaryngol 2017;83:665-9 DOI: 10.1016/j.bjorlp.2017.05.026