Brazilian Journal of Otorhinolaryngology Brazilian Journal of Otorhinolaryngology
Braz J Otorhinolaryngol 2017;83:243-8 DOI: 10.1016/j.bjorlp.2017.02.003
Artigo original
Diagnostic value of repeated Dix‐Hallpike and roll maneuvers in benign paroxysmal positional vertigo
Valor diagnóstico da repetição das manobras de Dix‐Hallpike e roll‐test na vertigem posicional paroxística benigna
Cenk Evrena,, , Nevzat Demirbileka, Mustafa Suphi Elbistanlıb, Füruzan Köktürkc, Mustafa Çelikb
a Medilife Beylikduzu Hospital, Department of Otolaryngology‐Head and Neck Surgery, Istambul, Turquia
b Bakirkoy Dr. Sadi Konuk Training and Research Hospital, Department of Otolaryngology‐Head and Neck Surgery, Istambul, Turquia
c Bülent Ecevit University, Faculty of Medicine, Department of Biostatistics, Zonguldak, Turquia
Recebido 21 Setembro 2015, Aceitaram 11 Março 2016
Resumo
Introdução

Vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) é a disfunção vestibular periférica mais comum. As manobras de Dix‐Hallpike e o roll‐test são usados para diagnosticar a VPPB.

Objetivo

Este estudo teve como objetivo investigar o valor diagnóstico da repetição das manobras de Dix‐Hallpike e roll‐test na VPPB.

Método

Manobras de Dix‐Hallpike e Roll‐test foram feitas nos pacientes que foram internados com história de vertigem periférica e eram adequados aos nossos critérios. O presente estudo contou com 207 pacientes na faixa de 16‐70 anos (52,67±10,67). Fizemos uma vez mais as mesmas manobras sequencialmente nos pacientes com resultados negativos. Detectamos os pacientes que tiveram resultados negativos na primeira manobra e que posteriormente desenvolveram sintomas e nistagmo. Avaliamos o sucesso pós‐tratamento e a satisfação do paciente mediante o Inventário da Deficiência Física na Vertigem (Dizziness Handicap Inventory – DHI) na primeira admissão e duas semanas após o tratamento em todos os pacientes com VPPB.

Resultados

De 207 pacientes, 139 foram diagnosticados na primeira manobra. Diagnosticamos mais 28 pacientes nas manobras feitas consecutivamente. Os 40 pacientes restantes foram encaminhados para exames de imagem. Houve diferença significativa entre os escores do DHI pré‐ e pós‐tratamento nos pacientes com VPPB (p<0,001).

Conclusão

A realização das manobras diagnósticas apenas mais uma vez nos pacientes com vertigem na primeira avaliação clínica aumentou o sucesso do diagnóstico em VPPB. As manobras de reposicionamento canalicular são métodos eficazes e satisfatórios de tratamento na VPPB.

Abstract
Introduction

Benign Paroxysmal Positional Vertigo (BPPV) is the most common peripheral vestibular disorder. The Dix‐Hallpike and Roll maneuvers are used to diagnose BPPV.

Objective

This study aims to investigate the diagnostic value of repeated Dix‐Hallpike and Roll maneuvers in BPPV.

Methods

We performed Dix‐Hallpike and roll maneuvers in patients who admitted with peripheral vertigo anamnesis and met our criteria. The present study consists of 207 patients ranging in age from 16 to 70 (52.67±10.67). We conducted the same maneuvers sequentially one more time in patients with negative results. We detected patients who had negative results in first maneuver and later developed symptom and nystagmus. We evaluated post‐treatment success and patient satisfaction by performing Dizziness Handicap Inventory (DHI) at first admittance and two weeks after treatment in all patients with BPPV.

Results

Of a total of 207 patients, we diagnosed 139 in first maneuver. We diagnosed 28 more patients in sequentially performed maneuvers. The remaining 40 patients were referred to imaging. There was a significant difference between pre‐ and post‐treatment DHI scores in patients with BPPV (p<0.001).

Conclusion

Performing the diagnostic maneuvers only one more time in vertigo patients in the first clinical evaluation increases the diagnosis success in BPPV. Canalith repositioning maneuvers are effective and satisfactory treatment methods in BPPV.

Keywords
Dix‐Hallpike maneuver, Repeat, Vertigo
Palavras‐chave
Manobra de Dix‐Hallpike, Repetição, Vertigem
Braz J Otorhinolaryngol 2017;83:243-8 DOI: 10.1016/j.bjorlp.2017.02.003